Simbio 2008/2009

Idealizado por Jeff Santos e produzido pela Mercado Moderno, o Simbio tem a proposta de provocar o encontro de artistas de áreas culturais distintas para a criação de uma obra inédita. Os quatro criadores convidados, nesta primeira edição, têm percursos diferentes – design, graffiti, desenho, vídeo e teatro. A eles foi dado o seguinte desafio: na criação das obras, deveriam trabalhar com outros dois ou mais artistas de referenciais diversos dos seus.

Esta simbiose criativa intencionou promover a troca de informações entre eles, para a criação de algo que se diferenciasse, de forma substancial, de seus trabalhos anteriores, mantendo, no entanto, as suas características, bem como a de seus colaboradores.

Confira abaixo os participantes do ano de 2008. Em breve, informações sobre a edição 2011 do projeto.

FRED PAULINO
CONTO CONCRETO


Instalação formada por um vídeo tríptico, em que um conto ficcional é escrito textualmente sobre a arquitetura de Belo Horizonte, utilizando a tecnologia de Laser Tag. A performance sugere um novo modo de se pensar a ocupação visual urbana, viabilizando uma forma de graffiti temporário sem depredação do espaço público.

CLÁUDIO SANTOS
UM ALMANAQUE DE PERDAS, FRACASSOS E TRANSFORMAÇÕES

Na sociedade da eficiência, a valorização do sucesso pode ser uma prisão.Diariamente, descartamos nossos erros e anulamos nossas frustrações.Este almanaque é uma homenagem interativa a tudo aquilo que, por algum motivo, ficou à margem da consagração.

ROBERTO BELLINI
ACÉPHALE

Na vídeo-instalação Acéphale, somos guiados pelo universo imagético dos Motéis, espaço de função definida onde o corpo é signo centralizador de uma experiência essencialmente privada e libertina. O resultado é um trabalho multi-facetado de exploração da paisagem plástica dos Motéis que, na ausência do corpo humano, revela um outro tipo de erotismo.

GRACE PASSO
CINEMA DE VISIBILIDADES ÍNTIMAS

Vídeo instalação em que cada espectador é convidado a assistir um mesmo vídeo, em diferentes pontos de vista da linguagem. E assim, um único vídeo dispara várias histórias no espectador, que escolhe, pelo impulso íntimo de sua sensibilidade, a trilha, ou mesmo a narração do que vê.

 

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